Depois de algum tempo de espera à partida de Casablanca porque o comboio tardava em arrancar, eis que a viagem avança para um novo destino: Rabat. A capital de Marrocos é bem diferente de Casablanca. É mais alegre, mais moderna, mais limpa, mais branca e mais marroquina. Aqui o antigo mistura-se com o moderno.
A Torre de Hassan exige uma visita. Curiosamente o terramoto de 1755 também chegou aqui e destruiu parte desta obra. Mesmo em frente à Torre Hassan encontramos o mausoléu de Mohamed V, o rei que levou Marrocos à independência e também pai do actual soberano marroquino. Depois de entrarmos ouve-se a voz de alguém que canta o Corão perto do túmulo. Acho que todo este espaço tem um valor único e transmite muita riqueza ao nível das arte e da tradição de Marrocos.
Outra das maravilhas da parte antiga de Rabat é o "Kasbah des Oudaïas", um lugar ladeado pelo cemitério e que representa uma zona limite da cidade. Aqui podemos dispensar os guias e até afastar-nos deles porque por 5 minutos de conversa chegam a pedir 10 euros. E antes de avistarmos a cidade que se alinha na outra margem (Salé) passamos por ruas estreiras onde habitam casas pintadas de branco e azul, onde mais alguém procura por uma moeda em troca de umas notas de música.
Quanto ao Palácio Real, situado na parte nova da cidade e não muito longe da estação de comboios, este pode apenas ser apreciado de fora mas podemos tirar fotografias à vontade. O passaporte fica à entrada do "kasbah" com os guardas e é-nos devolvido no final da visita. Toda a zona envolvente ao Palácio é preenchida por jardins. Podemos ainda apreciar a mesquita onde o rei costuma fazer as suas orações.
A Torre de Hassan exige uma visita. Curiosamente o terramoto de 1755 também chegou aqui e destruiu parte desta obra. Mesmo em frente à Torre Hassan encontramos o mausoléu de Mohamed V, o rei que levou Marrocos à independência e também pai do actual soberano marroquino. Depois de entrarmos ouve-se a voz de alguém que canta o Corão perto do túmulo. Acho que todo este espaço tem um valor único e transmite muita riqueza ao nível das arte e da tradição de Marrocos.
Outra das maravilhas da parte antiga de Rabat é o "Kasbah des Oudaïas", um lugar ladeado pelo cemitério e que representa uma zona limite da cidade. Aqui podemos dispensar os guias e até afastar-nos deles porque por 5 minutos de conversa chegam a pedir 10 euros. E antes de avistarmos a cidade que se alinha na outra margem (Salé) passamos por ruas estreiras onde habitam casas pintadas de branco e azul, onde mais alguém procura por uma moeda em troca de umas notas de música.
Quanto ao Palácio Real, situado na parte nova da cidade e não muito longe da estação de comboios, este pode apenas ser apreciado de fora mas podemos tirar fotografias à vontade. O passaporte fica à entrada do "kasbah" com os guardas e é-nos devolvido no final da visita. Toda a zona envolvente ao Palácio é preenchida por jardins. Podemos ainda apreciar a mesquita onde o rei costuma fazer as suas orações.

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