No início somos pequenos, baixos, a tocar o chão, e a ver de muito longe o céu. No início não temos sonhos. Somos apenas o hoje sem sabermos onde estamos ou para onde vamos. E ainda assim sorrimos para a imensidão do que vem de cima, para a largura e o comprimento desmesurados do mundo. O nosso primeiro lugar é a casa, as quatro paredes que embrulham um espaço que dentro de momentos já é pequeno demais. Assim crescemos a pensar que o "aqui" é já um cubículo e que o resto que não conhecemos é um labirinto para um gigante. Um dia mais tarde, mas tão pouco depois, nascem os sonhos e o mundo torna-se mais pequeno, torna-se numa viagem.

E assim descobrimos que o mundo tem o tamanho dos nossos sonhos e que ele é a nossa nova casa.



Málaga

Até à data não sabia mas nasceu aqui o Picasso.
Para ver o Castelo há que subir, subir e subir e, entretanto, paramos num miradouro aqui e acolá. Tiram-se umas fotos ao porto de Málaga com o azul a tomar conta da maior parte das fotografias. Ficamos sem pilhas. Ops…

Vista a partir do Castelo

No cimo está o castelo e cá em baixo há o Teatro Romano. Fiquei desapontada porque está em obras e é muito pequeno.

Ruínas do Teatro Romano

Voltamos à direita e vamos por aí. Encontramos a catedral numa praça pequena muito bonita e acolhedora. Seguimos em frente e vamos encontrando outras praças, ruelas e outras ruas comerciais cheias de movimento.

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