“Donde podemos comprar los tickets para Alhambra?”, perguntamos na oficina de turismo de Granada. Abre-se o mapa e reparamos que estamos bem longe do local de entrada. No passa nada. E subimos, subimos….Encontramos uma porta. Parece ser aqui. Vamos espreitar. Ficamos fascinados. Mas voltamos para trás para concluir o percurso até à entrada.
Finalmente chegámo
Uma fila. Bolas!
Lá chega outro espanhol que nos indica que podemos comprar o bilhete no Multibanco. Descobrimos que custará mais um euro. Em vez de 12, serão 13 euros. Estes espanhóis inventam cada coisa!“A las once tienen que estar junto al Palácio de los Nazarenos”, diz a senhora mal nos corta os bilhetes.
Entretanto fomos ver o Palácio de D. Carlos V. Veio-me à memória Salamanca. E, como cidadãos europeus, podemos ver, sem pagar, os dois museus que se encontram dentro do palácio.
É como se tivéssemos em Marrocos. Estão 39 graus e temos à nossa frente muralhas árabes que se estendem pela encosta. E lá ao fundo a Serra Nevada com um tom branco nos seus picos. Também Marraquexe tem de fundo, ao longe, a sua neve do Atlas.
A água harmoniza Alhambra. Está por todo o lado. Desde que começámos a caminhada perto do posto de turismo estende-se por pequenas passagens junto à estrada, adorna os palácios e cai nas várias fontes.
Depois de uma visita ao Castelo Vermelho vamos ver outro palácio.
Depois são mais jardins até o encontrarmos escondido entre tanta vegetação. Soltamos mais uns “Ah, que giro!” e preparamo-nos para ir até ao centro da cidade ver a Catedral.
Voltamos a subir com o calor a bater-nos na cara e vamos até ao miradouro onde deixámos o carro, perto de outro bairro
que também é Património da Humanidade.

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