Praga é linda. Finalmente consegui perceber de onde vinham aquelas ideias tresloucadas do Kafka. A viver numa cidade destas até eu me tornava filósofa e publicava livros.
Praga tem cor. Divide-se nos seguintes pontos: Bairro Judeu, Cidade Velha, Cidade Nova numa margem e Castelo e Bairro Pequeno na outra margem. Sim, tem o rio Vltava a dividi-la ao meio e a permitir-lhe as pontes. Acho que as pontes são muito importantes numa cidade. Para além de nos possibilitarem fotografias lindas sobre a cidade, quando bem adornadas valem mais que ruas e avenidas.
Não nos podemos é esquecer de ir pedir um desejo ao Menino Jesus de Praga (Bairro Pequeno) e de visitar o cemitério no Bairro dos Judeus e o relógio astronómico na Cidade Velha que toca sempre à hora certa. Mas há tanta coisa para ver e sentir.
Se vos sobrar tempo podem sempre visitar Venceslau onde, segundo a lenda, a princesa Libuse e o marido Premysl fundaram a cidade no século IX. E se tiverem mais tempo ainda podem ir até Pethin, um parque enorme que vai dar ao Palácio Kinsky.
Enfim, Praga é linda. Só o excesso de turistas é que a faz perder um pouco o encanto. Quero voltar lá… ainda deixei umas coisas por ver… quero ir beber um chá ao Café Louvre onde o Kafka e o Einstein também já estiveram a beber o seu café.

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