Bebo mais dois goles da minha Natur Aqua Természetes ásványviz szénsavmentes depois de várias gesticulações e tentativas comunicacionais com os húngaros da estação de comboios. Foi difícil comprar dois bilhetes para a Bratislava. Não há na estação Keleti pu processadores informáticos de bilhetes.
Enquanto nos tentávamos desembaraçar com papéis e datas e nomes de estações, a senhora da bilheteira consultava listas com os horários dos comboios e os preços e sei lá que mais. Ai que saudades do meu Portugal tecnológico. Budapeste é uma cidade bastante complexa, dividida em Buda, Peste e Óbuda. Quando chegamos, no caminho entre o aeroporto e a cidade temos a sensação de estar em Portugal na década de 80. Depois de entrarmos no centro da cidade esquecemos depressa essa ideia. O nosso percurso começou, após chegarmos à estação Nyugati Pu, na Opera. Subimos até ao Castelo de Vajdahunyard que se esconde por detrás da Praça dos Heróis ladeada por dois museus e todo um jardim que nos surpreende. Gosto deste tipo de castelos. São tão majestoso e têm um ar tão romântico e este jardim enorme só o enriquece ainda mais. Depois descemos e passámos pela Sinagoga e descemos ainda mais até ao Mercado. Voltámos depois pela Vaci utca sempre impressionados com os edifícios. As lojas, os cafés e restaurantes movimentam esta rua que vai dar à Ponte da Sissi e a uma bonita praça. Aqui entrei num hotel-palácio e, claro, lá estavam mais uns portugas também a tirar fotos.

Ao outro dia fomos fotografar o Parlamento e atravessámos metade da ponte Margarida para ir até à ilha onde a filha do rei se sacrificou pelo seu país. Era um bonito passeio o que nos esperava. Desde as ruínas do convento onde esteve a Santa Margarida, passando pelas termas e terminando nos jardins japoneses, esta pode ser uma passagem para chegarmos a Óbuda/Buda Antiga onde há vestígios da passagem dos romanos. O anfiteatro é um deles, embora não esteja bem preservado. E por aí descemos até entrarmos na beleza de Peste: a Porta de Viena, o Bastião dos Pescadores, a Igreja de Matias, até ao funicular e ao Palácio Real, perto das ruínas do palácio antigo. Agora é sempre em direcção ao monumento de São Gerardo e depois à Citadella que estão numa encosta de Peste. Depois de vermos Budapeste a partir da Citadella descemos e vamos cruzando vários miradouros, chegando, finalmente, à capela das rochas. Parece que demos a volta a esta cidade cheia de edifícios monumentais e de estátuas.

2 comentários:
hey =)
gostei da ua desrição de budapeste, estamos a pensar em ir passear até la, gostva de ter uma opiniao, como foram, avião, carro?? a nivel monetário? recordas-t quando gastast? locais a visitar? :) agradeço feedback dessa viagem* abraço. maria
nishantiii@hotmail.com
obrigado por resonderes, foi muito importante... agradecia apenas que apagasses este meu comentario porque contem o meu mail e encontra-se numa peskisa publica.. agradecida!
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